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Como continuidade de um projeto anterior com foco na primeiríssima infância, o Projeto Ilha de Direitos – Fase II: estratégias em Advocacy pela infância na Ilha do Bispo, em João Pessoa tem promovido um olhar coletivo pelo direito à infância segura e saudável.A ampliação do foco das ações voltadas para práticas integrativas de saúde como foi no primeiro projeto, para ações em Advocacy para a infância busca através do tripé de atuação – a formação, articulação política e estratégias de comunicação contribuir no fortalecimento e ampliação das políticas públicas voltadas para os pequenos, com uma atuação mais qualificada e com incidência política de forma ampliada não apenas com os públicos direto mas junto à comunidade, Conselho de Desenvolvimento Comunitário – CDC e a Rede Amiga, é o que expressa a coordenadora do projeto, Cristiane Freire.

O Projeto é realizado pelo Instituto Intercement com a execução das atividades pela Casa Pequeno Davi, em parceria com a Rede Amiga da Ilha. Um elemento visto como diferencial na execução da etapa atual destacado por quem vivencia as ações é a metodologia adotada.

“Acho que o diferencial é essa metodologia integrativa, ou seja, a busca pelo trabalho em rede, capacitando os profissionais das instituições e motivando-os de forma dinâmica”, avalia Thamara Bernardino, psicóloga do Centro de Referência Assistência Social (CRAS) da Ilha do Bispo.

Entre avanços e desafios, o primeiro semestre do Projeto tem sido avaliado com resultados positivos. O Ilha de Direitos tem contribuído com o enriquecimento da aprendizagem com novos conhecimentos, a capacitação para os profissionais com objetivo de umaatuação qualificada e o fortalecimento da relação de integração com a comunidade.
Para Gláucia Holanda, gerente da Unidade de Saúde da Famíliada Ilha do Bispo, um destaque importante para o projeto tem sido o olhar coletivo. “Trazer para nós uma construção conjunta das necessidades da infância e ao mesmo tempo, observa-se a problemática da comunidade e como pode ser melhorado ou até sanado alguns problemas a partir deste olhar coletivo”, reforça.

Objetivo e ações do 1° Semestre 2017


Promover, através das ações em Advocacy, a implementação e o fortalecimento das políticas públicas e serviços ofertados na comunidade da Ilha do Bispo, no município de João Pessoa/PB, por meio da formação dos atores do Sistema de Garantia de Direitos, contribuindo na melhoria dos atendimentos infância e às famílias no território.
Várias atividades se concretizaram para este fime todas realizadas no território:
– Lançamento do Projeto Ilha de Direitos;
– Oficinas de Capacitação do profissionais dos serviços em ação em Advocacy nas Políticas Públicaspara a infância;
– Oficinas de sensibilização com Familiares e Gestantes sobre a importância do cuidado seguro e saudávelna Infância;
– Plano Desenvolvimento Local para Infância;
– Encontro Sistemático com a Rede Amiga Sócio Assistencial Ilha;
– Oficinas Contação de História com crianças;
– Articulações com gestores do município e câmara dos vereadores;
– Ampliação de parcerias;
– Visibilidade das ações nas mídias sociais;
– Além da ampliação de oficinas e atividades não previstas mas que foram realizadas: biodança com crianças na ARCA; oficina de mini confeitaria e revitalização de horta do CREI; oficina com profissionais da USF – cuidando de quem cuida da infânciae oficina de pintura sobre o painel da comunidade.

 

Contexto dos direitos pela Infância

A infância é uma etapa importante no desenvolvimento e as experiências dessa época são levadas para o resto da vida, desde a gestação ao desenvolvimento do bebê, período de desenvolvimento físico e cognitivo da criança. Mais do que isto, é um período onde o ser humano desenvolve-se psicologicamente, envolvendo graduais mudanças no comportamento da pessoa, na aquisição das bases de sua personalidade e na percepção dos espaços de vivências.
” Atualmente os maiores desafios são o contexto de vida das famílias com suas vulnerabilidades sociais/culturais de violência, de projeto de vida e a falta de investimento financeiro/social dos setores governamentais”, aponta Gero Aguiar, coordenador executivo da ARCA.


E os desafios da infância segura e saudável também enfrenta, como diz Gláucia Holanda, a falta de cumprimento do papel dos responsáveis. “A maior dificuldades é fazer com que os responsáveis pelas crianças entendam os seus direitos e as respeitem como crianças. Muitos tratam as crianças como adultos ou não se acham responsáveis pela educação e transfere essa responsabilidade para a creche (CREI) ou escolas. Não é fácil receber uma caderneta de vacina sem nenhuma dose aplicada e a criança já com 3, 4, ou mais aninhos”.
Nesse contexto, umprojetoconstruído por várias mãos e compromisso tem uma grande missão de forma direta, na vida de mais de 200 crianças e 600 de forma indireta.

A importância das parcerias

É consenso entre os parceiros que o trabalho em redes faz a diferença. Para o coordenador da Associação Recreativa Cultural e Artística (ARCA) , a proposta de ser desenvolvido em Rede faz sim diferença, pois é alimentados por vários saberes que possibilitam uma maior diversidade de conhecimentos e experiências que são compartilhadas, além de passar a ter uma dimensão ampla na comunidade. O engajamento dos parceiros tem sido o diferencial na implementação do Projeto. Assim, todas as ações apresentam uma sinergia como Instituto InterCement, o Conselho de Desenvolvimento Comunitário (CDC), Fábrica, ARCA, Amazona, CRAS, CREI, Escolas – Estadual e Municipal, Escolinha Luz do Mundo, USF, ACIP, Igreja Nosso Senhor do Bonfim e a Rede Sócio Assistencial Amiga Ilha do Bispo.

Expressar que todos os resultados apresentados no primeiro semestre foram frutos de um trabalho em equipe, envolvendo parceiros e comunidade, sem eles/elas, que de fato abraçaram a ideia e a proposta do projeto, não teríamos alcançado. Que parceria e visibilidade são ferramentas importantes na consolidação da ações e na ampliação e fortalecimento das políticas públicas para o pleno desenvolvimento da infância, é o que reforça a coordenadora do projeto.

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D esde o seu lançamento em julho nos estados da Paraíba e do Ceará, a campanha “Quando o povo se junta, o poder se espalha” vem buscando ganhar visibilidade junto aso públicos para alcançar seu objetivo valoriza as atitudes e os espaços de participação social, a organização das pessoas, seja em grupos, iniciativas de agrupamentos por segmento social, para reivindicar os direitos humanos de populações que têm seus direitos sonegados e os que estão ameaçados.

No período de 06 a 08 de dezembro, a Rede de Educação Cidadã – Recid (Ceará), uma das organizações parceiras da campanha, participou do Seminário Conexões do Terceiro Setor, na Universidade de Fortaleza (Unifor). A participação com um stand com materiais informativos da campanha gerou visitação e possíveis articulações para a disseminação da mesma junto aos públicos, segundo os educadores que acompanharam o evento. O Seminário foi voltado para gestores e profissionais de entidades sem fins lucrativos, além de representantes do segmento empresarial e do poder público acontece de 06 a 08 de dezembro.

A nossa comunidade tem a nossa voz

A campanha é uma ação do Projeto ‘Organizações da sociedade civil do Nordeste incidindo sobre mecanismos de participação e controle social para a efetivação de políticas públicas’, co-financiado pela União Europeia, com foco no fortalecimento institucional das organizações para uma presença ativa junto aos mecanismos de participação social e transparência pública na região Nordeste, com recorte nos estados da Paraíba e Ceará. Foi proposta com o slogan “A nossa comunidade tem a nossa voz” e lançada frente ao contexto de desafios expostos para a sustentabilidade das organizações e movimentos sociais, especialmente no Nordeste.

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O‘Projeto Organizações da sociedade civil do Nordeste incidindo sobre mecanismos de participação e controle social para a efetivação de políticas públicas’, desenvolvido através da parceria da Casa Pequeno Davi com as organizações Rede de Educação Cidadã (Recid), Instituto Frei Beda de Desenvolvimento Social, com atuação no Sertão paraibano, ONG Menina Feliz, que atua em Campina Grande e a United Purpose, com co-financiamento da União Europeia tem como objetivo contribuir com a qualificação e fortalecimento dos processos de democracia participativa para maior transparência na gestão e políticas públicas mais eficazes do Brasil, promovendo um desenvolvimento mais equitativo, sustentável e inclusivo”. Para alcançar este objetivo, algumas estratégias têm sido desenvolvidas desde o início das ações há seis meses nos estados da Paraíba (Zona da Mata, Borborema e Sertão) e Ceará (Cariri e Centro Sul).

A equipe do Projeto tem contribuído em vários espaços para o fortalecimento das organizações e das políticas públicas em ambos os estados de atuação. A exemplo de audiências públicas, como a que aconteceu com foco na regulamentação do Marco Regulatório das Organizações da Sociedade Civil (MROSC) em Tabuleiro do Norte (CE) realizada no dia 01 de novembro. É o Projeto ‘Organizações da sociedade civil do Nordeste incidindo sobre mecanismos de participação e controle social para a efetivação de políticas públicas’ com equipe participando efetivamente do debate.

Segundo o coordenador do Projeto, Ronildo Monteiro, a campanha valoriza as atitudes e os espaços de participação social, a organização das pessoas, seja em grupos, iniciativas de agrupamentos por segmento social, para reivindicar os direitos humanos de populações. “São iniciativas para fazer valer direitos sonegados e os que estão ameaçados, por meio das iniciativas da sociedade civil e institucionalizadas, como conselhos de direitos, conferências públicas, orçamentos participativos”, explica Ronildo.

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