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Campanha ‘É Proibido Cochilar’

by @administracao on 21/06/2017

A exploração sexual é uma das piores formas de trabalho infantil segundo OIT

A exploração sexual é uma das piores formas do trabalho infantil segundo classificação da organização Internacional do Trabalho (OIT). Considerando que estamos no período das festas juninas, época em que crianças e adolescentes ficam expostos e vulneráveis a várias formas de trabalho, a Casa Pequeno Davi lança a campanha “É proibido cochilar” com foco no enfrentamento à exploração sexual de crianças e adolescentes. Segundo dados de 2016, do Disque 100, a Paraíba contabilizou 382 de denúncias de casos de exploração sexual de crianças e adolescentes. Outro dado é que o estado encontra-se como o décimo segundo estado com mais casos de crimes sexuais contra crianças e adolescentes.

Para a Casa Pequeno Davi, campanhas de sensibilização são muito importantes para desnaturalizar violações de direitos de meninos e meninas como, por exemplo, acreditar que para uma criança é melhor está no trabalho do que está nas ruas.

“A comunicação é ferramenta pedagógica que a Organização vem utilizando nesses 32 anos de existência. No período junino em que o fluxo de pessoas aumenta no nosso estado, amplia-se também a vulnerabilidade das crianças e adolescentes, especialmente pobres a sofrerem as mais variadas violências, incluindo a exploração sexual”, destaca Mirley Jonnes, técnico de projetos da Casa.

A campanha é um desdobramento do Projeto Grito de Alerta cujo foco é a violência sexual, além da violência doméstica e maus tratos, com abrangência nos municípios de João Pessoa e Conde. Para ampliar a disseminação da mensagem no âmbito estadual contamos com o apoio do Fórum Estadual de Prevenção e Erradicação do Trabalho Infantil e Proteção ao Trabalhador Adolescente – FEPETI/PB e o Ministério Público do Trabalho (MPT) e empresas locais.

É importante destacar que a campanha, desde sua concepção à veiculação vem sendo viabilizada pelo compromisso de instituições e empresas parceiras que nesse período de crise econômica não hesitaram em investir na proteção de crianças e adolescentes em um momento que pelo seu caráter festivo é propício ao esquecimento à violação de direitos.

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