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‘Pela paz somos todos iguais’

by @administracao on 05/05/2017


Na quarta-feira, 10 de maio, a Casa Pequeno Davi, a Rede Margaridas Pró-Crianças e Adolescentes e Redes de Proteção à Criança e ao Adolescente: Crer Ser (Cristo/Rangel), Amiga da Ilha (Ilha do Bispo) e Roger/Varadouro lançam a campanha “Pela Paz, somos todos iguais”, uma das ações do Projeto Tecendo uma cultura de paz na escola, com apoio da Fundação San Zeno. O evento vai acontecer às 9 horas, no Auditório da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB/PB), em João Pessoa.

O que se pretende com a execução da campanha e do Projeto, que tem o apoio da Fundação San Zeno, é que o conjunto das ações propostas promova mudanças na vida dos seus públicos alvos, tendo em vista o seu forte caráter educativo para incidência política, no caso do trabalho com protagonistas infanto-juvenis e nas ações na escola, no caso da população em geral nos 03 territórios.

Dados do Mapa da Violência 2014 a Paraíba continua figurando como o estado com um dos maiores índices de violência letal do país tendo adolescentes e jovens como alvos principais. Diante dessa realidade, o Projeto pretende contribuir para um ambiente educativo que propicie uma aprendizagem de paz e tolerância junto a crianças e adolescentes dos bairros citados, afastando-os do universo de ilicitudes e instrumentalizando-os para a construção de suas cidadanias, a partir da permanência na escola e do apoio efetivo de seus familiares e professores.

Para enfrentar essa realidade será realizada uma série de iniciativas interligadas, priorizando um processo formativo e de articulação, que facilite uma cultura de paz e não violência e de superação da intolerância nas escolas.

Nesse processo formativo será: alunos, professores, familiares e as redes de proteção integral à criança e ao adolescente. Serão contemplados com as ações:
– 360 crianças e adolescentes participantes de 6 escolas públicas com alto índice de violência nos três territórios (Varadouro/Roger, Cristo/Rangel e Ilha do Bispo;
– 120 familiares e/ou responsáveis, afrodescendentes, analfabetos ou com baixa escolaridade;
– 90 professores/as de 6 escolas públicas onde serão realizadas as atividades com adolescentes, público deste projeto;
– 50 representantes de organizações (escolas, unidade saúde da família, outras ONGs e polícia) dos territórios onde serão realizadas as atividades).

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